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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Câmara aprovou o pedido de impeachment de Dilma, Sim 367 X 137

O 342º voto a favor do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff
 na Câmara foi dado pelo deputado federal Bruno Araújo, do PSDB de Pernambuco.
O 342º voto a favor do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara foi dada pelo deputado federal Bruno Araújo, do PSDB de Pernambuco. O tucano é do grupo do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que foi derrotado por Dilma nas eleições presidenciais de 2014. A proposta está aprovada, antes mesmo do final da votação. Bruno Araújo já ocupou, na Câmara, o cargo de líder da Minoria, que equivale à líder da oposição.

Uma parceria que não deu certo.
Plenário da Câmara aprovou o pedido de impeachment de Dilma, Sim 367 X 137 Não. O Senado agora tem a atribuição constitucional de julgar a presidente da República por suposto crime de responsabilidade. Agora, caberá ao Senado julgar a denúncia contra a presidente. Uma eventual condenação no Plenário daquela Casa retira Dilma do cargo e a torna inelegível por oito anos.
Cunha foi chamado de corrupto, ladrão, por diversos deputados..
O trabalho no Senado é diferente do que já foi feito, uma vez que a comissão da Câmara só avalia a admissibilidade, ou seja, se o processo tem condições ou não de seguir. A comissão do Senado deve se reunir entre os dias 21 de abril e 02 de maio. O parecer final é encaminhado ao plenário para uma nova votação. O processo só deve continuar se 41 dos 81 senadores (maioria simples) concordarem com ele.
A voz das ruas vão continuar, vai continuar com a movimentação.
E se o Senado aceitar o pedido, a presidente é afastada por um período de 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume o cargo. Dilma recebe um prazo de 20 dias para apresentar nova defesa. A Comissão Especial volta a trabalhar, só que dessa vez para a produção de provas. Nessa fase, os senadores podem, inclusive, convocar o depoimento da presidente e dos autores do pedido de impeachment.
A Câmara autorizou o impedimento, o povo continua nas ruas.
Como explica Flávio de Leão Bastos Pereira, professor de Direito Constitucional do Mackenzie, a presidente não é obrigada a deixar a residência oficial durante o período que não exerce a presidência. Durante o afastamento, no entanto, ela recebe apenas metade de seu salário (que atualmente é de R$ 30.934,00). Os senadores dispõem de 180 dias para julgar se Dilma é responsável pelos crimes de responsabilidade apontados no processo. Se eles decidirem usar todo o tempo, o processo termina em outubro deste ano.

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