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terça-feira, 19 de abril de 2016

A Executiva Nacional do PDT decidiu expulsar os seis deputados da legenda que votaram SIM

LUPPI, PRESIDENTE NACIONAL DO PDT, QUER PASSAR A LIMPO OS FATOS.

 O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, acompanhou pessoalmente a votação no plenário da Câmara e tentava convencer toda sua bancada votar contra a abertura do impeachment de Dilma.

No momento que o governo perdia o apoio do PMDB, PP e PRB que anunciaram que vão votaria a favor do impeachment da presidenta Dilma Roussef no domingo (17) na Câmara, no dia 13, alguns antigos aliados decidiram reforçar o apoio ao Palácio do Planalto.
A PRESIDENTE DILMA NA REUNIÃO DO PARTIDO.
O PDT, mesmo com parlamentares críticos a algumas conduções do Executivo, principalmente na área econômica, avisou que se mantém na base e fechou questão para votar contra o impedimento da presidenta. O único que não participou do encontro foi o deputado Mário Heringer (MG), um dos maiores críticos do governo dentro da legenda.
AS REDES SOCIAIS ENTROU NA FESTA, POSTAGEM E
COMENTÁRIOS DIVERSOS DOMINOU O ESPAÇO.
A Executiva Nacional do PDT decidiu, em reunião nesta segunda-feira, expulsar os seis deputados da legenda que votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em nota, o partido explicou que o Diretório Nacional foi convocado para 30 de maio a fim de referendar os processos de expulsão desses parlamentares. Os processos serão abertos pela Comissão de Ética ainda nesta segunda.
MOMENTO QUE A DEPUTADA VOTAVA O SIM,
CONTRARIANDO A DECISÃO DO PARTIDO.
Esses parlamentares serão também destituídos dos cargos que ocupam na direção do partido. O PDT anunciou que também vai recorrer à Justiça para exigir de volta o mandato dos "infiéis". Votaram contra a determinação do partido e a favor do impeachment os deputados Mario Heringer (RJ), Sérgio Vidigal (ES), Giovanni Cherini (RS), Flávia Morais (GO), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão (AM).
No site do PDT a nota relatando da decisão da comissão e da presidência.
A desobediência à decisão do Diretório Nacional do PDT, tomada dia 22 de janeiro último, acarretará na intervenção imediata da Executiva Nacional, já a partir da próxima segunda-feira (18/4), além das direções estaduais – nas comissões provisórias e nos diretórios municipais – inviabilizando o lançamento de candidatos a prefeito e vereador nas eleições de 2016.

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