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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Trem de passageiros no corredor: Goiânia – Anápolis – Brasília é a nova proposta de Marconi Perillo

Marconi e Jorge Bastos: "Apresentamos ao governador as propostas que vieram. Agora o processo vai caminhar mais rápido. Esperamos que a licitação se dê
ainda este ano”, comentou.
Em dois dias intensos de reuniões, em Brasília, o governador Marconi Perillo participou de encontros com governadores do Fórum Brasil Central; com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia; com o presidente do Senado, Eunício Oliveira; com o diretor geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos.

Na reunião com o diretor geral da ANTT, Jorge Bastos, o governador recebeu três grandes volumes do documento intitulado “Tomada de Subsídios”. Trata-se das contribuições propostas em consonância com os resultados apresentados no Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental – EVTEA – do trem de passageiros no corredor Brasília/Anápolis/Goiânia, realizado pelo consórcio formado pelas empresas EGIS, LOGIT, JGP e Machado Meyer. 

Segundo o diretor Jorge Bastos, o estudo foi concluído há dez dias. “Apresentamos ao governador as propostas que vieram. Agora o processo vai caminhar mais rápido. Esperamos que a licitação se dê ainda este ano”, comentou.

O governador considera que desde quando começou a ser estudado, o projeto recebido foi bastante aprimorado. A ANTT apresentou um cronograma de desembolso por parte dos estados e da União. 
O início desses desembolsos, segundo o governador, se daria após três anos do início da obra. Começa em R$ 6 milhões e aumenta gradativamente. O desembolso total do poder público, de acordo com a Tomada de Subsídios, não ultrapassará R$ 2,9 bilhões, valor que será dividido entre o Estado de Goiás, o governo do Distrito Federal e a União. Os demais investimentos necessários serão feitos pela empresa que vencer a licitação para realizar o projeto executivo e a obra.
Segundo o diretor Jorge Bastos, o estudo foi concluído há dez dias.
Marconi fez questão de nomear Bernardo Figueiredo, que foi presidente da ANTT e da EBE – Empresa Brasileira de Logística -, como um dos principais executivos responsáveis pelo acompanhado de todo o processo.  Ainda segundo ele, se tudo correr dentro da normalidade, a ferrovia deverá ser inaugurada no máximo em três anos. “Se a licitação for resolvida ainda este ano, com certeza em três anos é possível a realização da obra. Estamos otimistas, hoje mais ainda com a conquista desta tomada de subsídios”, concluiu. Fonte: DM

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