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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Trump se torna presidente dos Estados Unidos numa eleição polarizada

O polêmico empresário Donald Trump con seguiu superar, é o novo presidente dos Estados Unidos e sucederá Barack Obama.
Donald Trump, um polêmico empresário sem experiência política, foi eleito na madrugada desta quarta-feira o novo presidente dos Estados Unidos e sucederá Barack Obama na Casa Branca, de acordo com projeções de redes de televisão, em uma comoção política que provocou a queda de mercados de todo o mundo. Trump liderou uma divisiva campanha na qual foi acusado de racismo e misoginia, e com uma retórica incendiária derrotou a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, considerada favorita pelas pesquisas. 
Trump ganhoou fazendo comentário grosseiros sobre mulheres, negros, latinos e prometendo que vai construir um muro na fronteira  do México e vai cobvrar o custo deles.
O polêmico empresário de 70 anos terá a companhia de Mike Pence como vice-presidente. Hillary telefonou para Trump na madrugada para reconhecer o resultado. No entanto, Hillary anunciou que não discursará nesta noite. "Serei o presidente de todos os americanos", diz Trump. Em sua primeira mensagem como presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump disse na madrugada desta quarta-feira que será o presidente "de todos os americanos", e se comprometeu a tratar com justiça todos os países. Cercado por seus familiares, o novo presidente americano disse que sua adversária, Hillary Clinton, o telefonou para felicitá-lo por sua vitória e disse que os Estados Unidos têm uma "dívida de gratidão" com ela.

Tudo indicava sua vitória, as pesquisas falharam.
Republicanos mantêm a maioria no Senado e o controle de todo o Congresso Os republicanos conquistaram a maioria no Senado nas eleições de terça-feira e continuarão controlando o conjunto do Congresso americano, onde o presidente eleito Donald Trump poderá se apoiar, destacam vários meios de comunicação. Controlando a Casa Branca e o poder legislativo, os republicanos terão a capacidade de anular as reformas do presidente Barack Obama e principalmente seu controverso programa de seguro-saúde batizado de "Obamacare".


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