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terça-feira, 4 de outubro de 2016

EVANDRO MAGAL CONQUISTOU A REELEIÇÃO E VAI GOVERNAR CALDAS NOVAS POR MAIS QUATRO ANOS

MAGAL E LILIAN, UMA LONGA JORNADA.
Estamos vivendo uma profunda crise do sistema de representação por causa de dois processos político. Em. Junho de 2013, com a grande mobilização da sociedade brasileira rejeitando o sistema de representação e demandando direitos, e esse escândalo da Lava Jato, que contaminou e colocou sob suspeita todo o sistema politico partidário. Todos ficaram sob suspeita desde o início das investigações. Os grandes campeões deste primeiro turno de eleições municipais nas capitais, foram os votos inválidos ou ausências. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, a soma de votos nulos, brancos e abstenções superou o primeiro ou segundo colocado na disputa para prefeito em 22 capitais.

Em Caldas Novas a somas dos votos brancos nulos e inválidos ficou em segundo lugar, superando os votos de Alison Maia e Arlindo Ceará. Isso mostra o descontentamento do eleitor sobre o processo político, esta demanda de insatisfação não é típica do eleitor de Caldas Novas foi uma vontade nacional. Alguns analista citaram que Magal não conquistou  a maioria, a importância do processo era conquistar a vitória e isto Magal fez, conquistou a reeleição.

A MULTA PEQUENA  ESTIMULA  AS  ABSTENÇÕES
Somadas, as abstenções, nulos e brancos superaram o primeiro colocado em dez capitais: Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Campo Grande (MS), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Aracaju (SE) e Belém (PA).
As abstenções, nulos e brancos superaram o segundo colocado na votação de 11 capitais: Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Palmas (TO), Maceió (AL), Recife (PE), Natal (RN), São Luis (MA), Fortaleza (CE), Macapá (AP), Boa Vista (RO), e Salvador (BA).

Em Rio Branco (AC), Vitória (ES), João Pessoa (PB), Teresina (PI) e Manaus (AM), a soma de abstenções, nulos e brancos ocuparia o terceiro lugar na eleição para prefeito.

Já o maior índice de pessoas que deixaram de votar em todo o país foi registrado no Rio de Janeiro (24,28%). Praticamente um em cada quatro eleitores não votou na capital carioca.

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