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sábado, 16 de julho de 2016

Propina: uma bomba caiu no Palácio dos Buritis

O governador Rodrigo Rollemberg de conduzido o governo com constantes greves na área da saúde.
Brasília - Uma bomba caiu no Palácio dos Buritis, a gravação de uma conversa do vice governador do Distrito federal Renato Santana revelando um suposto pagamento de propina em contratos celebrado na secretaria de Fazenda. O áudio tem duração de 1h27. No diálogo, quem conversa com o vice-governador é a presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde de Brasília (Sindsaude), Marli Rodrigues.

O encontro ocorreu fora do gabinete da Vice-Governadoria, no Palácio do Buriti, sede do Governo do DF. Teve como palco um apartamento de Águas Claras – cidade de classe média no Distrito Federal, onde Santana ouvia as críticas de Marli sobre o 
projeto de Rollemberg de entregar parte dos hospitais da capital federal para as chamadas Organizações Sociais (OSs).

O Vice-governador, Renato Santana (PSD) por meio de nota oficial  se pronunciou sobre uma matéria da Isto E Independente, veja a nota de esclarecimento:

"O vice-governador Renato Santana repudia ter sido alvo de gravação ilegal de conversas com terceiros. Assim que teve conhecimento de suposta cobrança de 10% por pagamentos efetuados na Secretaria de Fazenda, reportou imediatamente  as denúncias para o próprio governador Rodrigo Rollemberg e permanecerá seguindo essa conduta às possíveis práticas inadmissíveis à conduta no serviço público.

Com relação aos relatos da presidente do SindSaúde, a dinâmica será semelhante, desde que ela aponte os agentes objeto da denúncia trazida durante a gravação. O vice-governador se sente absolutamente à vontade em fazer as auto-críticas, a maioria delas fruto do que ele recebe como feedback da população nas ruas.


Como servidor público há mais de 20 anos, a postura de apontar supostos desvios de conduta é ainda mais latente,  fruto do compromisso com a coisa pública que fez quando entrou para os quadros do GDF por meio de concurso público."

Este flagrante pode ser o início de mais um escândalo na administração pública de Brasília. No diálogo, o vice-governador não deixa claro quem são os beneficiários do esquema, mas, sem citar nomes, diz que “ele autorizou” os pagamentos. Este sujeito indefinido terá que ser revelado.

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