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domingo, 1 de maio de 2016

O Brasil está na roda mundial da legalização das drogas, desde que o Uruguai

COM APOIO DE POLÍTICOS ELES FAZEM MOVIMENTO  PRÓ LEGALIZAÇÃO
No brasil onde a legalização caminha a passos lento os traficantes já estão vendendo o produto com embalagem personalizada e a logomarca da olimpíada. Estamos a menos de 100 dias dos Jogos Olímpicos, a polícia investiga a origem de supostas trouxinhas de maconha, cujas fotos circulam na internet, com o símbolo das Olímpiadas e com a seguinte inscrição: “Hidropônica\ R$ 30,00\ Complexo PL e do PG\Qualquer violação reclamar na boca”. 
Cultivada em laboratório. Complexo do PL e do
PG geralmente são as siglas usadas por traficantes de Paracambi
A maconha hidropônica tem efeitos mais fortes, pois é cultivada em laboratório. Complexo do PL e do PG geralmente são as siglas usadas por traficantes de Paracambi, na Região Metropolitana, e que seriam referentes a líderes das facções Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando (TC), que atuariam juntas em algumas favelas, como nas imediações do bairro Beira-Linha. Já que os nossos liberais do ponto de vista econômico costumam ser extramente conservadores do ponto de vista comportamental, seria interessante que eles levassem em consideração que o plantio de maconha é muito mais rentável do que o de outras commodities que o Brasil produz.
( Publicado no jornal O Dia) 
Se a produção de Whisky, rum, cerveja, charutos e cigarros produz riqueza. A da maconha também gera lucro para alguém. Neste momento, para traficantes. E já começa a gerar também para empresas que estão se instalando em Estados onde ela passa a ser legal. Neste ano, o Uruguai já fala em produzir 8 toneladas por mês de cannabis. Usuários de maconha no Uruguai descobriram depois da legalização que fumar a cannabis artesanal do auto cultivo é uma experiência muito mais "forte" do que o consumo da substância vendida no mercado negro.
Homem cuida de suas plantas em Montevidéu. Foto: celaya CORDON press
"Com duas tragadas já basta", e concordam: os longos períodos fumando acabaram, a experiência agora é muito mais breve, com um sabor e aroma diferentes. A tal ponto que os setores que defenderam a descriminalização afirmam que a distribuição legal de 10 gramas por semana em farmácias poderia ser excessiva se não houver campanhas de informação, publicado no jornal EL PAÌS.

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